terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A arca de Noé

1 Objetivo geral: identificar os diferentes modos de vidas de uma espécie num ecossistema.
1.1 Objetivo cognitivo: examinar as características locomotivas de alguns animais.
1.2 Objetivo afetivo: observar as diferentes formas de locomoção existentes no mundo animal.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a coordenação motora e a expressão corporal.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - locomoção dos animais

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 30.

7 Material: preparar uma série de duplas de papéis com nomes de animais.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: estes papéis são distribuídos aos jogadores, que devem imitar a marcha e a posição do animal designado e tentar identificar o jogador que imita o mesmo animal que o seu. Os jogadores não podem falar nem imitar as vozes dos animais. Quando forma um par, os alunos chamam o professor para conferir se estão corretos os pares, caso contrário continuam procurando o par certo.

11 Autoavaliação: solicitar aos alunos autoavaliarem as dificuldades e facilidades encontradas para cumprirem a tarefa solicitada.
 
12 Refletindo: após este jogo podemos conversar com os alunos dizendo que copiar a natureza pode não ser uma tarefa simples, mas traz muitos benefícios para a humanidade. O modo como os bichos se deslocam tem inspirado os cientistas no desenvolvimento de mecanismos de finalidades variadas. O relato de VEJA sobre mais uma conquista nesse campo oferece a oportunidade de examinar com a turma a locomoção animal e avançar nos domínios da biomimética. Lições da lagarta (Revista Veja - 11/04/2007):
                     Os cientistas que se dedicam à biorrobótica, um campo de pesquisa relativamente novo, acreditam que a natureza tem muito a ensinar aos fabricantes de robôs. Os robôs que hoje funcionam nas linhas de montagem das fábricas ou pesquisam o solo de Marte, duas de suas muitas utilizações, são prodígios da tecnologia, mas cada um de seus movimentos exige uma programação complexa. A biorrobótica acredita que pode criar robôs simples, baratos e eficientes reproduzindo o mecanismo do movimento de alguns animais. Já existem protótipos de robô inspirados na tromba do elefante, nos tentáculos do polvo, nas salamandras e nos peixes. A mais recente e espetacular dessas experiências tornou-se conhecida na semana passada com a divulgação, por uma equipe da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, do robô-lagarta. A máquina se baseia na forma de rastejar da lagarta da folha do tabaco, que tem o nome científico de Manduca sexta. Com setenta músculos em cada segmento do corpo e um nervo para controlar cada um deles, a lagarta consegue se movimentar em todas as direções e subir nos galhos das plantas.
                     Para montarem os primeiros protótipos do robô-lagarta, os pesquisadores desenvolveram um tubo oco feito de silicone, resistente mas maleável, pelo qual correm molas que se contraem sob o efeito de descargas elétricas (veja o quadro). É um mecanismo tão simples quanto o dos brinquedos infantis, que por enquanto faz o robô se virar para a direita e para a esquerda. Até o fim do ano, a equipe espera que o robô reproduza integralmente os movimentos da Manduca sexta. Prevêem-se várias utilizações para a engenhoca. Ela será capaz de se esgueirar por locais de difícil acesso em espaçonaves e reatores nucleares, a fim de localizar problemas. Poderá ser usada na detecção de minas terrestres. Em tamanho reduzido, terá uso na medicina em exames internos, passeando pelo corpo humano e "enxergando" os órgãos por dentro. Diz o biólogo Barry Trimmer, um dos cientistas envolvidos com o projeto: "O problema com os robôs convencionais é que eles se mexem por meio de juntas, que são rígidas e limitam seus movimentos. O nosso pode se mexer à vontade". Trimmer prevê que, quando forem produzidos em escala, os robôs-lagarta custarão incrivelmente barato – cerca de 1 dólar.

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Cadeia da contaminação

1 Objetivo geral: mostrar exemplos de como os agrotóxicos entram na cadeia alimentar e suas possíveis conseqüências na vida.
1.1 Objetivo cognitivo: identificar como a contaminação química pode circular dentro da cadeia alimentar.
1.2 Objetivo afetivo: sensibilizar-se sobre a problemática dos pesticidas utilizados na agricultura.
1.3 Objetivo motor: desenvolver as habilidades físicas de velocidade e agilidade.

2 Eixo temático: vida e ambiente.


3 Conteúdo: relação entre os seres vivos e o ambiente.


4 Série: 4º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: pré-adolescentes e adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: varetas brancas (2/3) e varetas multicoloridas (1/3). Podem ser pedaços retangulares de cartolina ou qualquer outro material que as crianças possam pegar facilmente. A quantidade ideal é de 30 itens por estudante, e um saco de papel por gafanhoto.

8 Tempo: em torno de 30 minutos.

9 Formação: os alunos transformam-se em gaviões, sapos e gafanhotos. Dividir os alunos de modo que o número de gaviões seja 1/3 do número de sapos e que o número destes seja 1/3 do número de gafanhotos. Para um grupo de 12 alunos deve-se ter 1 gavião, 3 sapos e 8 gafanhotos.

10 Procedimento: dê a cada gafanhoto um saco de papel, que será o seu estômago. Peça para os estudantes fecharem os olhos e espalhe o alimento pelo chão.  Os gafanhotos vão procurar o alimento primeiro. Os sapos e os gaviões devem apenas observar o movimento, já que são predadores. Os gafanhotos tem apenas 30 segundos para se alimentar. Após esse tempo os sapos são liberados para caçar os gafanhotos. Eles tem 15 segundos. O gafanhoto morre quando é tocado pelo sapo. Cada gafanhoto morto deve entregar seu estômago ao sapo e sair do campo de caça. Então cada gavião tem 15 segundos para caçar os sapos. Durante todo o tempo os gafanhotos não caçados continuam procurando alimento e os sapos não caçados continuam procurando gafanhotos. Os sapos caçados devem entregar seus estômagos para os gaviões e sair do campo de caça. Ao final, peça aos estudantes para juntarem-se trazendo os sacos com alimento. Pergunte quais animais foram comidos. Peça aos gaviões para esvaziarem seus estômagos e contar o número de varetas. Devem contar o número de varetas brancas e de coloridas.

11 Autoavaliação: após o jogo reunir os alunos e solicitar que os mesmos autoavaliem a sua participação na atividade através de um movimento de expressão corporal que identifique o seu sentimento final . Por fim, todos poderão falar do seu gesto corporal escolhido.
 
12 Refletindo: após esta atividade podemos conversar com os alunos o quanto o uso de pesticidas interferem nas cadeias alimentares, porque eles não abandonam o corpo do animal. Assim, a concentração vai passando para os animais de nível trófico mais elevado, os quais se alimentaram desses seres infectados. Os animais que estão no topo da cadeia sempre apresentam níveis mais acentuados de pesticidas em seu organismo. Os pesticidas são substâncias químicas que são utilizados no controle de pragas. Mais de 300 princípios ativos distribuídos em mais de 2.000 formulações são empregados nas mais variadas culturas, finalidades e modalidades de uso. No entanto, a desmedida aplicação de pesticidas tem originado conseqüências negativas, como o desaparecimento de algumas espécies de insetos úteis e, conseqüentemente, aparição de novas pragas. Além disso, muitas espécies de insetos tornaram-se resistentes a certos inseticidas, o que levou à busca de novos produtos de maior seletividade. Dos compostos usados em grande escala, encontram-se, inicialmente, os organoclorados, depois os organofosforados, carbamatos, piretróides e toda uma série de derivados de triazinas, dentre outros.

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Mia gato

1 Objetivo geral: aprender a importância da comunicação sonora para os animais.
1.1 Objetivo cognitivo: identificar os diferentes tipos de sons que os animais utilizam e o significado destes para as suas vidas.
1.2 Objetivo afetivo: apreciar os diferentes tipos de sons desenvolvidos pelos animais.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a atenção e as capacidades perceptivas.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: comunicação sonora entre os animais.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de paricipantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem uso de material específico.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação: Alunos em círculo e um aluno no centro de olhos vendados.

10 Procedimento: o aluno que está no centro do círculo chegará perto de um colega e dirá mia gato, o colega miará para que o aluno de olhos vendados descubra que é o colega que está miando. Pode-se estipular três tentativas para identificar o colega. Se o aluno não acertar continuará no centro do círculo, ou pode se estipular uma prenda para este, como por exemplo: imitar o animal que está fazendo os sons. Exemplos de sons emetidos pelos animais: - Abelha: zunzunar, Arara: grasnar, Bem-te-vi: cantar, Bode: bodejar, Boi: mugir, Cão: acuar, Cavalo: rinchar, Galinha: cacarejar, Galo: cocoricar, Gato: miar, Hiena: gargalhar, Leão: rugir, Lobo: uivar, Mula rebusnar, Peru: grugulhar, Pinto: piar, Porco: roncar, Sapo: coaxar.

11 Autoavaliação: Após este jogo apresenta-se as seguintes questões para os alunos responderem:
1-Porque o homem não ouve certos sons emitidos pelos insetos?
2-Quais as funções dos sons emitidos pelos insetos?
3-Como é produzido os sons dos gafanhotos e das cigarras?

12 Refletindo: após este jogo reúna a turma para conversar sobre os sons emitido pelos animais indagando como várias espécies produzem sons e por que só alguns podem ser ouvidos pelo homem? Provavelmente os alunos conhecem o som emitido por uma cigarra ou de um grilo. Mas será que já se perguntaram por que esses insetos cantam e outros não? Se os alunos forem curiosos nesta área, trabalhe com eles este texto da Revista Ciências Hoje: Por que alguns insetos cantam?
                     Muitos insetos produzem sons, mas só alguns deles podem ser ouvidos pelo homem. Para captar a explicação a seguir, você precisa saber que hertz (Hz) é a unidade de medida do som. Agora, entenda: o nosso aparelho auditivo capta sons na freqüência de 20Hz a 20.000Hz, enquanto os insetos produzem sons numa freqüência que varia de 1Hz e 100kHz. Eis a razão pela qual só ouvimos alguns insetos. O som produzido por cada espécie é único, fundamental para machos adultos se comunicarem com fêmeas adultas da sua espécie: é, digamos, uma cantada para que ocorra o acasalamento, a reprodução. Além disso, a “cantoria” é importante também para a comunicação entre insetos de diferentes espécies, pode soar como um alerta para se defenderem de predadores. O som produzido pelos insetos pode vir da expulsão de ar através dos espiráculos (orifícios localizados na lateral do corpo, responsáveis pela respiração), que é um mecanismo comum em baratas e borboletas. A percussão é outra forma de produção de som e se caracteriza por batidas contra a madeira úmida, método utilizado por cupins e besouros. O bater de asas é mais uma maneira de fazer o som ecoar e é comum entre abelhas, moscas e mosquitos (quem já foi perturbado pelo zumbido de um mosquito na hora de dormir sabe bem do que se trata!). Os gafanhotos produzem som por estridulação, ou seja, friccionando as pernas. A estridulação dos grilos e das esperanças é diferente, provém da fricção das asas. Os tímpanos são as membranas responsáveis pela captação do som pelos insetos, sendo que nas cigarras os tímpanos também servem para a produção do som. É isso aí: aquele barulho inconfundível das cigarras resulta de seqüências de contração e relaxamento dos tímpanos desses animais. Quem diria, hein?! Aposto que agora, ao ouvir o som de um inseto, você não só vai se perguntar quem está “cantando” como vai tentar se lembrar de que maneira o barulho está sendo produzido!

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Médico e as bactérias

1 Objetivo geral: estudar as doenças relacionadas com a água.
1.1 Objetivo cognitivo: entender a importância de se fazer saneamento básico, de não poluir córregos, rios, de evitar água parada em pneus e garrafas velhas, evitando assim, a proliferação de doenças.
1.2 Objetivo afetivo:verificar o quanto a contaminação pela água pode ser prejudicial a nossa saúde.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: saúde e recursos tecnológicos.

3 Conteúdo: doenças relacionadas com a água.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem uso de material específico.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação:  livres no pátio.

10 Procedimento: determinam-se dois médicos e três bactérias, os demais serão as pessoas que serão infectadas pelas bactérias. Ao sinal do professor as bactérias terão que infectar (pegar) os demais participantes, que deverão ficar abaixados esperando que os médicos os salvem.

11 Autoavaliação: verificar com os alunos como foi a participação na atividade e o que concluiram ao desenvolver este jogo.
 
12 Refletindo: nesta atividade pode-se abordar com os alunos as doenças relacionadas com a água. Debatendo sobre àgua poluída, já que é aquela que contém substâncias que modificam sua característica e a tornam imprópria para o consumo, como também, água contaminada, que é a que contém micróbios patogênicos ou substâncias venenosas.Os riscos de doenças através do uso da água contaminada pode de várias maneiras prejudicar a saúde das pessoas, quais sejam: através da ingestão direta; na ingestão de alimentos; pelo seu uso na higiene pessoal e no lazer; na agricultura e na indústria. Os riscos relacionados com a água, podem ser distribuídos em duas categorias principais: riscos relacionados com a ingestão de água contaminada por agentes biológicos (vírus, bactérias e parasitas) ou através de contato direto ou por meio de insetos vetores que necessitam da água em seu ciclo biológico e riscos derivados de poluentes químicos e radioativos, geralmente efluentes de esgotos industriais. Os principais agentes biológicos encontrados nas águas contaminadas são os parasitas, as bactérias patógenas e os vírus. Bactérias são parasitas unicelulares que constitui a classe dos esquizomicetos, e cujos tipos morfológicos fundamentais são os cocos, os bacilos e os espirilos. As bactérias patógenas encontradas na água e/ou alimentos, constituem uma das principais fontes de morbidade e mortalidade em nosso meio. São os responsáveis pelos numerosos casos de enterites, diarréias infantis e doenças epidêmicas com resultados freqüentemente letais. Exemplos de doenças bastante conhecidas em nosso meio também provocadas por bactérias são: leptospirose, tifo, febre tifóide, brucelose, lepra, cólera, difteria, tétano, meningite, coqueluche e várias doenças venéreas, doenças nos olhos e na boca.

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Jogo da polinização

1 Objetivo geral: participar de um jogo que aborde o ciclo da polinização.
1.1 Objetivo cognitivo: entender como funciona a reprodução assexuada das plantas por meio das flores.
1.2 Objetivo afetivo: verificar a importância da polinização.
1.3 Objetivo motor:desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - polinização e predatismo.

4 Série: 3º ciclo (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: canudinhos de refrigerante.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: um terço da turma serão as flores e portarão canudinhos, como sendo o pólen das flores. Um terço da turma podem ser os beija-flores e o restante da turma serão os predadores dos beija-flores, corujas ou águias. As flores estarão distribuídas aleatoriamente na quadra como um grande jardim, os beija-flores tentarão chegar nelas para pegar um canudinho por vez, sempre tendo o cuidado para não serem pegos pelos predadores. Se um beija-flor for pego pelo predador deverá entregar todos os canudinhos para o mesmo e continuar brincando. Ao final, verifica-se qual foi o beija-flor e o predador que acumulou mais canudinhos.

11 Autoavaliação: após a atividade ecorrecreativa pergunta-se aos alunos como foi a sua participação nos diferentes papéis ocupados no jogo, fazendo uma distinção entre um e outro.

12 Refletindo: pode-se trabalhar a questão da reprodução assexuada das plantas, que na maioria é por meio das flores. Para isso, em geral são necessários agentes externos que transportem os grãos de pólen. A abelha é um deles. Atraída pelo perfume, ela pousa na flor para sugar o néctar e deixar grãos de pólen produzidos em flores distantes. Ao levantar vôo, leva consigo novos grãos de pólen, propiciando a fecundação de outras flores. Pode-se também, abordar o predatismo das corujas e águias nos beija-flores, ou ainda, a seleção natural, explicando o processo evolutivo dos mais aptos a sobrevivência, do qual características favoráveis que são hereditárias tornam-se mais comuns em gerações sucessivas de uma população de organismos que se reproduzem, e que características desfavoráveis que são hereditárias tornam-se menos comuns.

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Jogo do carrapicho

1 Objetivo geral: abordar a dispersão de sementes na natureza.
1.1 Objetivo cognitivo: desenvolver os conceitos que caracterizam a dispersão mecânica de sementes, que se aderem por quem passar próximo a elas.
1.2 Ojetivo afetivo: adquirir o interesse pelo mecanismo de dispersão de sementes na natureza.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: dispersão de sementes.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4 e 5º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: um aluno ficará no meio de uma área retangular predeterminada para o jogo, enquanto que o restante dos alunos ficarão afastados numa distância considerável, na linha menor do retângulo.

10 Procedimento: um aluno será o carrapicho, que ficará no centro de uma área retangular, onde o jogo será realizado. Ao sinal do professor, os alunos que estão distante do carrapicho, partirão em direção ao outro lado da mesma, evitando ser tocados pelo carrapicho. Quem for tocado deverá ficar no centro da área do jogo e auxiliar o carrapicho a pegar os demais colegas. Após novo sinal do professor, voltam para a posição inicial do jogo e assim por diante.

11 Autoavaliação: perguntar aos alunos quais foram as maiores dificuldades e facilidades no jogo.
12 Refletindo: desenvolvendo este jogo, poderemos abordar a dispersão de sementes na natureza, que pode ser feita através de quatro mecanismos, são eles: zoocoria (dispersão pelos animais), anemocoria (dispersão pelo vento), hidrocoria (dispersão pela água) e a barocoria (dispersão pela gravidade), possibilitando assim a perpetuação de cada espécie. Cerca de 10% das plantas utilizam os fatores abióticos (chuvas, ventos e rios) na dispersão e 90% delas aproveitam os animais frugívoros - aves, mamíferos e peixes - que comem a polpa dos frutos, engolem as sementes e devolvem-nas à terra por meio das fezes. Assim, elas podem brotar e garantir a continuidade da espécie.

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Pique árvores

1 Objetivo geral: desenvolver conceitos sobre a raiz e o caule de uma árvore.
1.1 Objetivo cognitivo:compreender a importância e função das raízes nas árvores.
1.2 Objetivo afetivo:desenvolver a cooperação e a solideriedade.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade, agilidade e resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.



3 Conteúdo: estudo das árvores.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.


7 Tempo: em torno de 20 minutos.

8 Material: sem material específico.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimentos: um aluno será o pegador. Os demais deverão fugir, quem for pego ficara imobilizado como uma árvore e com profundas raízes, portanto poderá pegar os colegas que passarem próximo de si, se alcançar com as mãos, ou seja, com os galhos, quem for sendo pego, se transformará em um árvore, o jogo continua até que todos forem pegos.

11 Autoavaliação: após o jogo solicita-se aos alunos que desenhem uma árvore e escreva em cada parte desta o que aprendeu com a atividade.

12 Refletindo: com esta atividade poderemos abordar a árvore, que é uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo. Comparadas com outras formas vegetais, as árvores vivem longo tempo. Algumas, como sequóias e jequitibás, vivem milhares de anos. Como também a raiz, que é o órgão da planta que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água, nutrientes, Nitrogênio e outras substâncias minerais como potássio e fósforo. Quase sempre subterrânea, há, no entanto, plantas dotadas de raízes especiais, como as figueiras com as suas raízes aéreas.

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