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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Jogo do Pingüim Imperador

1 Objetivo Geral: estudar a reprodução e o cuidado dos pinguins com seus filhotes.
1.1 Objetivo Cognitivo: entender o instinto de proteção dos animais para que eles possam nascer, sobreviver, reproduzirem e passar as informações genéticas para a próxima geração.
1.2 Objetivo Afetivo:vivenciar o cuidado com os filhotes para adquirir o interesse pela vida animal.
1.3 Objetivo Motor: desenvolver a velocidade e agilidade.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - reprodução.

4 Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: balões.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: dar um balão com uma cordinha para cada aluno amarrar em um dos seus pés, menos para dois ou três alunos que serão os predadores. Ao sinal os alunos predadores partem em direção aos colegas, que serão os Pingüim Imperador cuidando dos ovos, ou seja o balão. Quando o predador estourar o balão com o pé, este aluno sai da brincadeira.

11 Autoavaliação: ao final da atividade retoma-se o tema perguntando aos alunos como se sentiram no papel de protetor do seu filhote, e para aqueles que perderam o seu ovo para o predador qual foi a sensação de perda?
 
12 Refletindo: após este jogo poderemos conversar com os alunos sobre a reprodução dos pinguins, por exemplo, comentando sobre algumas espécies cujos pares reprodutores acasalam para toda a vida enquanto que outros fazem-no apenas durante uma época de reprodução. Também podemos informar que normalmente, os progenitores cooperam nos cuidados com os ovos e que ficam com o ovo e mantém-no quente, e a fêmea dirige-se para o mar com vista a encontrar alimento. Quando no seu regresso, o filhote terá alimento e então os papéis invertem-se: a fêmea fica em terra e o macho vai à procura de alimento.

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Cesta de frutas

1 Objetivo Geral: abordar os seres vivos conhecendo melhor as suas características.
1.1 Objetivo Cognitivo: comprender as principais carcterísicas que diferenciam os seres vivos.
1.2 Objetivo Afetivo: familiarizar os alunos com as nomenclaturas de animais ou de plantas e suas características principais.
1.3 Objetivo Motor: desenvolver a velocidade de reação.

2 Eixo Temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - animais e vegetais.

4 Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 30 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: um círculo em pé ou sentados.

10 Procedimento: cada aluno terá o nome de uma fruta, tendo um no centro do círculo. O aluno do centro declara: “__ Vai passando um fruteiro que leva ...”, e menciona o nome de duas frutas, “... banana e laranja”, por exemplo. As duas crianças que têm o nome dessas frutas trocam de lugar imediatamente, procurando aquela ocupar um dos lugares vagos.  Em vez de dizer o nome de duas frutas, a do centro pode gritar: “__ A cesta virou!”; neste caso todas as crianças mudam de lugar.
10.1 Variação: Também podemos abordar o nome de insetos e dizer: __ Vai passando o detetizador que procura pulga e piolho! As duas crianças que têm o nome desses insetos trocam de lugar imediatamente, procurando aquela ocupar um dos lugares vagos. Em vez de dizer o nome de dois insetos, a do centro pode gritar:  __ O veneno caiu! (todos trocam de lugar). Exemplo de insetos: mosca – mosquito – gafanhoto – abelha – borboleta – traça – piolho – grilo – lova-a-deus – barbeiro – mariposa – besouro – vaga-lume – formiga – vespa – pulga – cupim – libélula – cigarra – pulgão – pernilongo.

11 Autoavaliação: reunir os alunos em uma grande roda e solicitar a eles quais animais ou plantas estes já conheciam, ou se eles conhecem outro que não foi trabalhado no jogo.

12 Refletindo: ao abordar os insetos nesta atividades poderemos trabalhar com os alunos as características destes animais invertebrados, o maior grupo de animais da Terra. Este grupo de animais é o mais diversificado existente e podem ser encontrados em quase todos os ecossistemas. Os insetos são geralmente pequenos e têm o corpo segmentado e protegido por um exosqueleto de quitina. O corpo é dividido em três tagmas: cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça encontram-se um par de antenas sensoriais, um par de olhos compostos, dois ou três olhos simples ou ocelos e as peças bucais: um par de mandíbulas, um par de maxilas e a hipofaringe. Outras estruturas que fazem parte do aparelho bucal dos insetos são o lábio, o labro, um par de palpos labiais, um par de palpos maxilares e o clípeo. Essas peças são modificadas em cada grupo para atender aos diferentes hábitos alimentares, formando diversos tipos de aparelho bucal (sugador, mastigador, triturador e lambedor).

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Quem sou eu?

1 Objetivo Geral: verificar os diferentes movimentos dos animais, tendo mais respeito aos mesmos.
1.1 Objetivo cognitivo: comprender os diferentes moviemntos realizados pelos animais.
1.2 Objetivo afetivo: imitar os animais para adquirir uma maior sensibilização da natureza.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a expressão corporal.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - animais.

4 Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos)

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 30 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: uma roda.

10 Procedimento: numa roda, destacar alguém para ficar no interior desta, já que será colocado um papel em suas costas com um respectivo animal, esta deverá representar vários animais até acertar o animal, sendo aplaudida por todos.

11 Autoavaliação: após o jogo pergunta-se aos alunos que imitaram os animais como se sentiram ao ter que fazer diferentes movimentos corporais ao grande grupo.
 
12 Refletindo: Com esta brincadeira podemos reconhecer a importância dos animais para o homem, e identificar as diferentes formas de movimento dos animais, enfocando à diversidade dos animais, mostrando que são seres vivos, que têm um ciclo de vida, características específicas que estão inseridas em um ambiente onde devem ser respeitados e preservados.

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Jogo da hibernação

1 Objetivo Geral: estudar a hibernação entre os animais endotérmicos.
1.1 Objetivo cognitivo: entender que certos mamíferos podem ter suas atividades orgânicas quase paralisadas durante o inverno.
1.2 Objetivo afetivo: perceber as diferenças orgânicas que existem na vida animal.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade de reação e velocidade.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: sere vivos - hibernação dos animais.

4 Série: 1º ciclo do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 30 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: os alunos dispersos pela quadra, uma das crianças será escolhida como o animal hibernante e ficara imobilizada em sua toca. As crianças tentarão acordar o animal chamando-o, quando o animal acordar ele correrá atrás dos colegas, quem for pego virará animal hibernante também.

11 Autoavaliação: após o jogo verificar junto aos alunos como se sentiram estando na posição de animal em hibernação, ao ser oportunizado pelos colegas.
 
12 Refletindo: podemos conversar com os alunos sobre a hibernação, que é um estado letárgico pelo qual muitos animais endotérmicos, em grande maioria de pequeno porte, passam durante o inverno, principalmente em regiões temperadas e árticas. Os animais mergulham num estado de sonolência e inatividade, em que as funções vitais do organismo são reduzidas ao absolutamente necessário à sobrevivência. A respiração quase cessa, o número de batimentos cardíacos diminui, o metabolismo, ou seja, todo o conjunto de processos bioquímicos que ocorrem no organismo, restringe-se ao mínimo. Pode-se dizer que qualquer animal que permanece inativo durante muitas semanas, com temperatura corporal inferior à normal, está em hibernação, embora as mudanças fisiológicas que acontecem durante o letargo sejam muito diferentes, de acordo com as diferentes espécies.

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Quem é você?

1 Objetivo geral: diferenciar os animais cordados pelas suas características que os diferem em diferentes classes.
1.1 Objetivo cognitivo: comprender as características que diferenciam os animais em classes.
1.2 Objetivo afetivo: adquirir o interesse pelo estudo dos diferentes animais existentes.
1.3 Objetivo motor: desenvolver velocidade de reação e velocidade.

2 Eixo temático: vida e ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - animais vertebrados.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).


5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Tempo: em torno de 20 minutos.

8 Material: sem material específico.

9 Formação: uma roda.

10 Procedimento: destacar um participante para responder as perguntas dos colegas com sim ou não, que ficará no interior do círculo, para descobrirem que animal é ele, através das característica dos animais, como por exemplo: se tem pelos, se vive na água, se voa, se tem escamas, se tem bico. Quando acertarem o animal, este sai em disparada em direção da turma, para pegar um outro participante e ocupar o seu lugar.
Por exemplo:
Cão: tem pelos, mama, é carnívoro, tem cauda, latem ...
Jacaré: tem escamas, tem cauda, é carnívoro, vivem na água e na terra...
Tubarão: tem escamas, tem nadadeiras, respira por branquias...
Sapo: tem pele úmida, possui cauda, sofrem metamorfose...
Canário: possui bico, tem penas, tem asas...

11 Autoavaliação: após a atividade os alunos podem avaliar o cumprimento das regras do jogo, o empenho na tarefa, o respeito a opinião dos outros, se participou ativamente do jogo e se superou as suas dificuldades. Estas perguntas autoavaliativas podem ser entregues individualmente para os alunos responderem, escrevendo em um papel as respostas.
  
12 Refletindo: após este jogo verificamos que os animais cordados, entre os quais incluímos os peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, parecem muito diferentes entre si. Os peixes e larvas de anfíbios, por exemplo, vivem na água, respirando por meio de brânquias. Outros cordados vivem em terra firme e respiram por meio de pulmões. Entre estes últimos há os que caminham pelo solo e os que voam, como as aves e os morcegos. Os cordados adaptados ao ambiente aquático têm nadadeiras, já os de terra firme possuem pernas, braços ou asas; alguns têm o corpo revestido por escamas, outros têm pelos ou penas. Essas são apenas algumas das diferenças que fazem dos cordados um dos grupos mais diversificados entre os animais.

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Competição num ecossistema

1 Objetivo geral: verificar como funciona a competição entre animais num mesmo ecossistema.
1.1 Objetivo cognitivo: compreender a competição que pode ter num ecossistema.
1.2 Objetivo afetivo: vivenciar a competição pela sobrevivência na natureza.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e a agilidade corporal.

2 Eixo temático: vida e ambiente.

3 Conteúdo: relação entre os seres vivos e o ambiente.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 30 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: três círculos concêntricos, de fora o maior onde ficarão as  cobras e entre o maior e o menor as corujas e gaviões, e no menor círculo os ratos, preás e coelhos.

10 Procedimento: as cobras do círculo maior deverão passar para o círculo menor sem serem pegos pelas corujas e gaviões que estão no círculo intermediário. Aquele que for tocado será eliminado do jogo.

11 Autoavaliação: após a atividade solicitar aos alunos que autoavaliem a sua participação e desempenho no jogo da competição num ecossistema.
 
12 Refletindo: após este jogo de pega-pega podemos conversar com os alunos sobre a competição num mesmo ecossistema, de duas espécies de seres vivos que têm nichos ecológicos semelhantes. A competição ocorre quando indivíduos de uma mesma espécie ou de espécies diferentes disputam alguma coisa num mesmo ambiente, como alimentos. Na natureza, quando a competição se torna muito grande entre seres de espécies diferentes, a espécie menos adaptada migra para outras regiões ou muda seus hábitos alimentares, podendo até ser extinta da região em que vivia. Além do alimento, os seres vivos podem competir por outros fatores do ambiente, como um abrigo para morar, água ou uma sombra para se protegerem do calor do sol. A competição é um tipo de relação ecológica. Ela funciona como mecanismo de seleção natural, pois os indivíduos que conseguem vencer a competição podem provocar o desaparecimento da outra espécie ou a sua mudança de hábitat. Se os nichos ecológicos de duas espécies diferentes forem também diferentes, não haverá competição entre elas. Por exemplo corujas, cobras e gaviões são predadores que competem entre sí pelas mesmas espécies de presas, principalmente por pequenos roedores (ratos, preás, coelhos etc...) que são as presas prediletas destes diferentes predadores, portanto é uma competição por alimento.

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A arca de Noé

1 Objetivo geral: identificar os diferentes modos de vidas de uma espécie num ecossistema.
1.1 Objetivo cognitivo: examinar as características locomotivas de alguns animais.
1.2 Objetivo afetivo: observar as diferentes formas de locomoção existentes no mundo animal.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a coordenação motora e a expressão corporal.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - locomoção dos animais

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 30.

7 Material: preparar uma série de duplas de papéis com nomes de animais.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: estes papéis são distribuídos aos jogadores, que devem imitar a marcha e a posição do animal designado e tentar identificar o jogador que imita o mesmo animal que o seu. Os jogadores não podem falar nem imitar as vozes dos animais. Quando forma um par, os alunos chamam o professor para conferir se estão corretos os pares, caso contrário continuam procurando o par certo.

11 Autoavaliação: solicitar aos alunos autoavaliarem as dificuldades e facilidades encontradas para cumprirem a tarefa solicitada.
 
12 Refletindo: após este jogo podemos conversar com os alunos dizendo que copiar a natureza pode não ser uma tarefa simples, mas traz muitos benefícios para a humanidade. O modo como os bichos se deslocam tem inspirado os cientistas no desenvolvimento de mecanismos de finalidades variadas. O relato de VEJA sobre mais uma conquista nesse campo oferece a oportunidade de examinar com a turma a locomoção animal e avançar nos domínios da biomimética. Lições da lagarta (Revista Veja - 11/04/2007):
                     Os cientistas que se dedicam à biorrobótica, um campo de pesquisa relativamente novo, acreditam que a natureza tem muito a ensinar aos fabricantes de robôs. Os robôs que hoje funcionam nas linhas de montagem das fábricas ou pesquisam o solo de Marte, duas de suas muitas utilizações, são prodígios da tecnologia, mas cada um de seus movimentos exige uma programação complexa. A biorrobótica acredita que pode criar robôs simples, baratos e eficientes reproduzindo o mecanismo do movimento de alguns animais. Já existem protótipos de robô inspirados na tromba do elefante, nos tentáculos do polvo, nas salamandras e nos peixes. A mais recente e espetacular dessas experiências tornou-se conhecida na semana passada com a divulgação, por uma equipe da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, do robô-lagarta. A máquina se baseia na forma de rastejar da lagarta da folha do tabaco, que tem o nome científico de Manduca sexta. Com setenta músculos em cada segmento do corpo e um nervo para controlar cada um deles, a lagarta consegue se movimentar em todas as direções e subir nos galhos das plantas.
                     Para montarem os primeiros protótipos do robô-lagarta, os pesquisadores desenvolveram um tubo oco feito de silicone, resistente mas maleável, pelo qual correm molas que se contraem sob o efeito de descargas elétricas (veja o quadro). É um mecanismo tão simples quanto o dos brinquedos infantis, que por enquanto faz o robô se virar para a direita e para a esquerda. Até o fim do ano, a equipe espera que o robô reproduza integralmente os movimentos da Manduca sexta. Prevêem-se várias utilizações para a engenhoca. Ela será capaz de se esgueirar por locais de difícil acesso em espaçonaves e reatores nucleares, a fim de localizar problemas. Poderá ser usada na detecção de minas terrestres. Em tamanho reduzido, terá uso na medicina em exames internos, passeando pelo corpo humano e "enxergando" os órgãos por dentro. Diz o biólogo Barry Trimmer, um dos cientistas envolvidos com o projeto: "O problema com os robôs convencionais é que eles se mexem por meio de juntas, que são rígidas e limitam seus movimentos. O nosso pode se mexer à vontade". Trimmer prevê que, quando forem produzidos em escala, os robôs-lagarta custarão incrivelmente barato – cerca de 1 dólar.

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Cadeia da contaminação

1 Objetivo geral: mostrar exemplos de como os agrotóxicos entram na cadeia alimentar e suas possíveis conseqüências na vida.
1.1 Objetivo cognitivo: identificar como a contaminação química pode circular dentro da cadeia alimentar.
1.2 Objetivo afetivo: sensibilizar-se sobre a problemática dos pesticidas utilizados na agricultura.
1.3 Objetivo motor: desenvolver as habilidades físicas de velocidade e agilidade.

2 Eixo temático: vida e ambiente.


3 Conteúdo: relação entre os seres vivos e o ambiente.


4 Série: 4º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: pré-adolescentes e adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: varetas brancas (2/3) e varetas multicoloridas (1/3). Podem ser pedaços retangulares de cartolina ou qualquer outro material que as crianças possam pegar facilmente. A quantidade ideal é de 30 itens por estudante, e um saco de papel por gafanhoto.

8 Tempo: em torno de 30 minutos.

9 Formação: os alunos transformam-se em gaviões, sapos e gafanhotos. Dividir os alunos de modo que o número de gaviões seja 1/3 do número de sapos e que o número destes seja 1/3 do número de gafanhotos. Para um grupo de 12 alunos deve-se ter 1 gavião, 3 sapos e 8 gafanhotos.

10 Procedimento: dê a cada gafanhoto um saco de papel, que será o seu estômago. Peça para os estudantes fecharem os olhos e espalhe o alimento pelo chão.  Os gafanhotos vão procurar o alimento primeiro. Os sapos e os gaviões devem apenas observar o movimento, já que são predadores. Os gafanhotos tem apenas 30 segundos para se alimentar. Após esse tempo os sapos são liberados para caçar os gafanhotos. Eles tem 15 segundos. O gafanhoto morre quando é tocado pelo sapo. Cada gafanhoto morto deve entregar seu estômago ao sapo e sair do campo de caça. Então cada gavião tem 15 segundos para caçar os sapos. Durante todo o tempo os gafanhotos não caçados continuam procurando alimento e os sapos não caçados continuam procurando gafanhotos. Os sapos caçados devem entregar seus estômagos para os gaviões e sair do campo de caça. Ao final, peça aos estudantes para juntarem-se trazendo os sacos com alimento. Pergunte quais animais foram comidos. Peça aos gaviões para esvaziarem seus estômagos e contar o número de varetas. Devem contar o número de varetas brancas e de coloridas.

11 Autoavaliação: após o jogo reunir os alunos e solicitar que os mesmos autoavaliem a sua participação na atividade através de um movimento de expressão corporal que identifique o seu sentimento final . Por fim, todos poderão falar do seu gesto corporal escolhido.
 
12 Refletindo: após esta atividade podemos conversar com os alunos o quanto o uso de pesticidas interferem nas cadeias alimentares, porque eles não abandonam o corpo do animal. Assim, a concentração vai passando para os animais de nível trófico mais elevado, os quais se alimentaram desses seres infectados. Os animais que estão no topo da cadeia sempre apresentam níveis mais acentuados de pesticidas em seu organismo. Os pesticidas são substâncias químicas que são utilizados no controle de pragas. Mais de 300 princípios ativos distribuídos em mais de 2.000 formulações são empregados nas mais variadas culturas, finalidades e modalidades de uso. No entanto, a desmedida aplicação de pesticidas tem originado conseqüências negativas, como o desaparecimento de algumas espécies de insetos úteis e, conseqüentemente, aparição de novas pragas. Além disso, muitas espécies de insetos tornaram-se resistentes a certos inseticidas, o que levou à busca de novos produtos de maior seletividade. Dos compostos usados em grande escala, encontram-se, inicialmente, os organoclorados, depois os organofosforados, carbamatos, piretróides e toda uma série de derivados de triazinas, dentre outros.

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Mia gato

1 Objetivo geral: aprender a importância da comunicação sonora para os animais.
1.1 Objetivo cognitivo: identificar os diferentes tipos de sons que os animais utilizam e o significado destes para as suas vidas.
1.2 Objetivo afetivo: apreciar os diferentes tipos de sons desenvolvidos pelos animais.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a atenção e as capacidades perceptivas.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: comunicação sonora entre os animais.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de paricipantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem uso de material específico.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação: Alunos em círculo e um aluno no centro de olhos vendados.

10 Procedimento: o aluno que está no centro do círculo chegará perto de um colega e dirá mia gato, o colega miará para que o aluno de olhos vendados descubra que é o colega que está miando. Pode-se estipular três tentativas para identificar o colega. Se o aluno não acertar continuará no centro do círculo, ou pode se estipular uma prenda para este, como por exemplo: imitar o animal que está fazendo os sons. Exemplos de sons emetidos pelos animais: - Abelha: zunzunar, Arara: grasnar, Bem-te-vi: cantar, Bode: bodejar, Boi: mugir, Cão: acuar, Cavalo: rinchar, Galinha: cacarejar, Galo: cocoricar, Gato: miar, Hiena: gargalhar, Leão: rugir, Lobo: uivar, Mula rebusnar, Peru: grugulhar, Pinto: piar, Porco: roncar, Sapo: coaxar.

11 Autoavaliação: Após este jogo apresenta-se as seguintes questões para os alunos responderem:
1-Porque o homem não ouve certos sons emitidos pelos insetos?
2-Quais as funções dos sons emitidos pelos insetos?
3-Como é produzido os sons dos gafanhotos e das cigarras?

12 Refletindo: após este jogo reúna a turma para conversar sobre os sons emitido pelos animais indagando como várias espécies produzem sons e por que só alguns podem ser ouvidos pelo homem? Provavelmente os alunos conhecem o som emitido por uma cigarra ou de um grilo. Mas será que já se perguntaram por que esses insetos cantam e outros não? Se os alunos forem curiosos nesta área, trabalhe com eles este texto da Revista Ciências Hoje: Por que alguns insetos cantam?
                     Muitos insetos produzem sons, mas só alguns deles podem ser ouvidos pelo homem. Para captar a explicação a seguir, você precisa saber que hertz (Hz) é a unidade de medida do som. Agora, entenda: o nosso aparelho auditivo capta sons na freqüência de 20Hz a 20.000Hz, enquanto os insetos produzem sons numa freqüência que varia de 1Hz e 100kHz. Eis a razão pela qual só ouvimos alguns insetos. O som produzido por cada espécie é único, fundamental para machos adultos se comunicarem com fêmeas adultas da sua espécie: é, digamos, uma cantada para que ocorra o acasalamento, a reprodução. Além disso, a “cantoria” é importante também para a comunicação entre insetos de diferentes espécies, pode soar como um alerta para se defenderem de predadores. O som produzido pelos insetos pode vir da expulsão de ar através dos espiráculos (orifícios localizados na lateral do corpo, responsáveis pela respiração), que é um mecanismo comum em baratas e borboletas. A percussão é outra forma de produção de som e se caracteriza por batidas contra a madeira úmida, método utilizado por cupins e besouros. O bater de asas é mais uma maneira de fazer o som ecoar e é comum entre abelhas, moscas e mosquitos (quem já foi perturbado pelo zumbido de um mosquito na hora de dormir sabe bem do que se trata!). Os gafanhotos produzem som por estridulação, ou seja, friccionando as pernas. A estridulação dos grilos e das esperanças é diferente, provém da fricção das asas. Os tímpanos são as membranas responsáveis pela captação do som pelos insetos, sendo que nas cigarras os tímpanos também servem para a produção do som. É isso aí: aquele barulho inconfundível das cigarras resulta de seqüências de contração e relaxamento dos tímpanos desses animais. Quem diria, hein?! Aposto que agora, ao ouvir o som de um inseto, você não só vai se perguntar quem está “cantando” como vai tentar se lembrar de que maneira o barulho está sendo produzido!

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Médico e as bactérias

1 Objetivo geral: estudar as doenças relacionadas com a água.
1.1 Objetivo cognitivo: entender a importância de se fazer saneamento básico, de não poluir córregos, rios, de evitar água parada em pneus e garrafas velhas, evitando assim, a proliferação de doenças.
1.2 Objetivo afetivo:verificar o quanto a contaminação pela água pode ser prejudicial a nossa saúde.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: saúde e recursos tecnológicos.

3 Conteúdo: doenças relacionadas com a água.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem uso de material específico.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação:  livres no pátio.

10 Procedimento: determinam-se dois médicos e três bactérias, os demais serão as pessoas que serão infectadas pelas bactérias. Ao sinal do professor as bactérias terão que infectar (pegar) os demais participantes, que deverão ficar abaixados esperando que os médicos os salvem.

11 Autoavaliação: verificar com os alunos como foi a participação na atividade e o que concluiram ao desenvolver este jogo.
 
12 Refletindo: nesta atividade pode-se abordar com os alunos as doenças relacionadas com a água. Debatendo sobre àgua poluída, já que é aquela que contém substâncias que modificam sua característica e a tornam imprópria para o consumo, como também, água contaminada, que é a que contém micróbios patogênicos ou substâncias venenosas.Os riscos de doenças através do uso da água contaminada pode de várias maneiras prejudicar a saúde das pessoas, quais sejam: através da ingestão direta; na ingestão de alimentos; pelo seu uso na higiene pessoal e no lazer; na agricultura e na indústria. Os riscos relacionados com a água, podem ser distribuídos em duas categorias principais: riscos relacionados com a ingestão de água contaminada por agentes biológicos (vírus, bactérias e parasitas) ou através de contato direto ou por meio de insetos vetores que necessitam da água em seu ciclo biológico e riscos derivados de poluentes químicos e radioativos, geralmente efluentes de esgotos industriais. Os principais agentes biológicos encontrados nas águas contaminadas são os parasitas, as bactérias patógenas e os vírus. Bactérias são parasitas unicelulares que constitui a classe dos esquizomicetos, e cujos tipos morfológicos fundamentais são os cocos, os bacilos e os espirilos. As bactérias patógenas encontradas na água e/ou alimentos, constituem uma das principais fontes de morbidade e mortalidade em nosso meio. São os responsáveis pelos numerosos casos de enterites, diarréias infantis e doenças epidêmicas com resultados freqüentemente letais. Exemplos de doenças bastante conhecidas em nosso meio também provocadas por bactérias são: leptospirose, tifo, febre tifóide, brucelose, lepra, cólera, difteria, tétano, meningite, coqueluche e várias doenças venéreas, doenças nos olhos e na boca.

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Jogo da polinização

1 Objetivo geral: participar de um jogo que aborde o ciclo da polinização.
1.1 Objetivo cognitivo: entender como funciona a reprodução assexuada das plantas por meio das flores.
1.2 Objetivo afetivo: verificar a importância da polinização.
1.3 Objetivo motor:desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: seres vivos - polinização e predatismo.

4 Série: 3º ciclo (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: canudinhos de refrigerante.

8 Tempo: em torno de 25 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: um terço da turma serão as flores e portarão canudinhos, como sendo o pólen das flores. Um terço da turma podem ser os beija-flores e o restante da turma serão os predadores dos beija-flores, corujas ou águias. As flores estarão distribuídas aleatoriamente na quadra como um grande jardim, os beija-flores tentarão chegar nelas para pegar um canudinho por vez, sempre tendo o cuidado para não serem pegos pelos predadores. Se um beija-flor for pego pelo predador deverá entregar todos os canudinhos para o mesmo e continuar brincando. Ao final, verifica-se qual foi o beija-flor e o predador que acumulou mais canudinhos.

11 Autoavaliação: após a atividade ecorrecreativa pergunta-se aos alunos como foi a sua participação nos diferentes papéis ocupados no jogo, fazendo uma distinção entre um e outro.

12 Refletindo: pode-se trabalhar a questão da reprodução assexuada das plantas, que na maioria é por meio das flores. Para isso, em geral são necessários agentes externos que transportem os grãos de pólen. A abelha é um deles. Atraída pelo perfume, ela pousa na flor para sugar o néctar e deixar grãos de pólen produzidos em flores distantes. Ao levantar vôo, leva consigo novos grãos de pólen, propiciando a fecundação de outras flores. Pode-se também, abordar o predatismo das corujas e águias nos beija-flores, ou ainda, a seleção natural, explicando o processo evolutivo dos mais aptos a sobrevivência, do qual características favoráveis que são hereditárias tornam-se mais comuns em gerações sucessivas de uma população de organismos que se reproduzem, e que características desfavoráveis que são hereditárias tornam-se menos comuns.

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Jogo do carrapicho

1 Objetivo geral: abordar a dispersão de sementes na natureza.
1.1 Objetivo cognitivo: desenvolver os conceitos que caracterizam a dispersão mecânica de sementes, que se aderem por quem passar próximo a elas.
1.2 Ojetivo afetivo: adquirir o interesse pelo mecanismo de dispersão de sementes na natureza.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e a resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: dispersão de sementes.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4 e 5º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Material: sem material específico.

8 Tempo: em torno de 20 minutos.

9 Formação: um aluno ficará no meio de uma área retangular predeterminada para o jogo, enquanto que o restante dos alunos ficarão afastados numa distância considerável, na linha menor do retângulo.

10 Procedimento: um aluno será o carrapicho, que ficará no centro de uma área retangular, onde o jogo será realizado. Ao sinal do professor, os alunos que estão distante do carrapicho, partirão em direção ao outro lado da mesma, evitando ser tocados pelo carrapicho. Quem for tocado deverá ficar no centro da área do jogo e auxiliar o carrapicho a pegar os demais colegas. Após novo sinal do professor, voltam para a posição inicial do jogo e assim por diante.

11 Autoavaliação: perguntar aos alunos quais foram as maiores dificuldades e facilidades no jogo.
12 Refletindo: desenvolvendo este jogo, poderemos abordar a dispersão de sementes na natureza, que pode ser feita através de quatro mecanismos, são eles: zoocoria (dispersão pelos animais), anemocoria (dispersão pelo vento), hidrocoria (dispersão pela água) e a barocoria (dispersão pela gravidade), possibilitando assim a perpetuação de cada espécie. Cerca de 10% das plantas utilizam os fatores abióticos (chuvas, ventos e rios) na dispersão e 90% delas aproveitam os animais frugívoros - aves, mamíferos e peixes - que comem a polpa dos frutos, engolem as sementes e devolvem-nas à terra por meio das fezes. Assim, elas podem brotar e garantir a continuidade da espécie.

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Pique árvores

1 Objetivo geral: desenvolver conceitos sobre a raiz e o caule de uma árvore.
1.1 Objetivo cognitivo:compreender a importância e função das raízes nas árvores.
1.2 Objetivo afetivo:desenvolver a cooperação e a solideriedade.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade, agilidade e resistência física.

2 Eixo temático: ambiente.



3 Conteúdo: estudo das árvores.

4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).

5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.


7 Tempo: em torno de 20 minutos.

8 Material: sem material específico.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimentos: um aluno será o pegador. Os demais deverão fugir, quem for pego ficara imobilizado como uma árvore e com profundas raízes, portanto poderá pegar os colegas que passarem próximo de si, se alcançar com as mãos, ou seja, com os galhos, quem for sendo pego, se transformará em um árvore, o jogo continua até que todos forem pegos.

11 Autoavaliação: após o jogo solicita-se aos alunos que desenhem uma árvore e escreva em cada parte desta o que aprendeu com a atividade.

12 Refletindo: com esta atividade poderemos abordar a árvore, que é uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo. Comparadas com outras formas vegetais, as árvores vivem longo tempo. Algumas, como sequóias e jequitibás, vivem milhares de anos. Como também a raiz, que é o órgão da planta que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água, nutrientes, Nitrogênio e outras substâncias minerais como potássio e fósforo. Quase sempre subterrânea, há, no entanto, plantas dotadas de raízes especiais, como as figueiras com as suas raízes aéreas.

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Jogo do biotico/abiótico

1 Objetivo: reconhecer o meio biótico e o abiótico.
1.1 Objetivo cognitivo: compreender a diferença entre o meio abiótico e biótico.
1.2 Objetivo afetivo: valorizar todas as coisas vivas e não-vivas da Terra.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade de reação e agilidade.

2 Eixo temático: ambiente.

3 Conteúdo: meio biótico e abiótico.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 minutos.


7 Tempo: em torno de 20 minutos.

8 Material: sem uso de material específico.

9 Formação: enfileirados, um grupo de costas para o outro.

10 Procedimentos: um grupos de alunos representarão o meio biótico e o outro grupo representarão o meio abiótico. O professor anuncia um item, se ele for biótico os alunos do meio abiótico deverão fugir, ou se ele for abiótico os alunos do meio biótico fugirão, até uma área predeterminada para ser o ferrolho a fim de se proteger, os alunos que forem tocados pelo grupo contrário antes de chegar em seu ferrolho, deverão trocar de grupo, após todos voltam e inicia-se novamente o jogo. Poe exemplo:
- pedra (abiótico pega biótico)
- cachorro (biótico pega abiótico)
- água (abiótico pega biótico)
- vento (abiótico pega biótico)
- pássaro (biótico pega abiótico)
- fogo (abiótico pega biótico)
- planta (biótico pega abiótico)
- peixe (biótico pega abiótico)
- gelo (abiótico pega biótico)
- fungo (biótico pega abiótico)
- ferro (abiótico pega biótico)
- bactéria (biótico pega abiótico)

11 Autoavaliação: Após a atividade distribui-se entre os participantes uma folha com o desenho dos olhares que se teve durante o jogo.

Faça um círculo no desenho que identifica o jogo e um X no desenho que representa sua participação nele e explique porque você escolheu estes desenhos.

12 Refletindo: com este jogo podemos trabalhar termos da biologia de uma forma bem lúdica. Abiótico: é o componente não vivo do meio ambiente. Inclui as condições físicas e químicas do meio, e biótico: é o componente vivo do meio ambiente. Inclui a fauna, flora, vírus, bactérias, etc.

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Jogo do predador.

1 Objetivo: entender o instinto materno de proteção dos filhotes para que eles possam sobreviver e reproduzirem, para perpetuarem a espécie.
1.1 Objetivo cognitivo: compreender o comportamento materno na perpetuação das espécies animais.
1.2 Objetivo afetivo: valorizar o instinto materno na sobrevivência dos animais.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e resistência.


2 Eixo temático: vida e ambiente.


3 Conteúdo: comportamento e perpetuação dos animais.


4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.
 
7 Tempo: em torno de 25 minutos.

8 Material: sem material específico.

9 Formação: grupos de cinco pessoas.

10 Procedimento: nestes grupos, um aluno será a mãe que protegerá três alunos que serão os filhotes, e o quinto aluno será o predador. A mãe galinha ficará entre o predador e os filhotes, com os braços abertos, para que o predador não alcance os filhotes, protegendo-os. Assim que a raposa pegar um pintinho troca-se os papéis, até que todos possam ser uma vez a mamãe galinha e a raposa.

11 Autoavaliação: Autoavaliar a atividade com questões do tipo: O que aprendeu com os colegas? Como se sentiu ao ser o filhote, o predador ou o protetor?

12 Refletindo: os mamíferos são os seres vivos mais maternais que existem, bajulam a prole até não poderem mais. A mãe serve de modelo para os filhotes, que copiam os hábitos dela. Para proteger a ninhada, é capaz de agredir até os pais dos seus filhotes. É o instinto de proteção falando mais alto. No reconhecimento materno a fêmea cheira a região anal do filhote recém-nascido durante os primeiros dias após o parto. Há também um reconhecimento visual e principalmente sonoro. Criam uma espécie de linguagem particular entre eles e a mãe. Nos mamíferos, o cuidado com os filhotes é característica marcante das fêmeas. Mas em 90% das espécies de aves esta responsabilidade é dividida igualmente entre fêmeas e machos. Entre as aves, existem vários tipos de mães. Pombas e rolinhas são desnaturadas: abandonam o ninho quando há perigo. Já as aves de rapina, como águias, gaviões e urubus, defendem a prole com garras e bico. Indefesas, as araras não atacam os predadores, mas ficam sobrevoando os ninhos, tentando distrair o inimigo.

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Pique cadeia alimentar

1 Objetivo: identificar a seqüência de relações alimentares entre os seres vivos.
1.1 Objetivo cognitivo: compreender o funcionamento da cadeia alimentar.
1.2 Objetivo afetivo: verificar a importância do equilíbrio da cadeia alimentar para a vida na terra.
1.3 Objetivo motor: desenvolver as capacidades físicas da velocidade, resistência e agilidade.

2 Eixo temático: vida e ambiente.


3 Conteúdo: cadeia alimentar.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).


5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 25 a 35 alunos.

7 Tempo: em torno de 30 minutos.

8 Material: sem uso de material específico.

9 Formação: livres pelo pátio ou em uma quadra.

10 Procedimento: dividir igualmente os alguns em águias, cobras, ratos, vegetais e decompositores. As águias pegarão as cobras; As cobras pegarão os ratos e fugirão das águias; Os vegetais fugirão dos ratos e não pegarão ninguém; Os alunos que forem pegos deverão ficar abaixados até serem recolhidos pelos decompositores que os tirarão da brincadeira, ou os salvarão para poderem continuar brincando.

11 Autoavaliação: pode-se avaliar a atividade e se autoavaliar colhendo as reações dos participantes ao  ocuparem os diferentes papéis no jogo, através da verbalização.

12 Refletindo: ao desenvolver esta atividade pode-se explicar a cadeia alimentar, já que ela é a maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de uma comunidade, iniciando-se nos produtores e passando pelos herbívoros, predadores e decompositores, por esta ordem. Ao longo da cadeia alimentar há uma transferência de energia e de nutrientes, sempre no sentido dos produtores para os decompositores. No entanto, a transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica em compostos mais simples, formando um ciclo de transferência de nutrientes. A energia, por outro lado, é utilizada por todos os seres que se inserem na cadeia alimentar para sustentar as suas funções, não sendo reaproveitável. Esse processo é conhecido pelos ecologistas como fluxo de energia.

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Pique inquilinismo

1 Objetivo: compreender as associações harmônicas entre espécies do tipo inquilinismo.
1.1 Objetivo cognitivo: estudar as relações harmônicas do tipo inquilinismo entre os seres vivos.

1.2 Objetivo afetivo: etender a importância do inquilinismo para a sobrevivência de algumas espécies.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e resistência física.

2 Eixo temático: vida e ambiente.

3 Conteúdo: associação harmônica: inquilinismo

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.
 
7 Tempo: em torno de 25 minutos.

8 Material: sem material específico.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: delimita-se um espaço, cujo tamanho varia com o número de jogadores. Escolher três alunos para serem os predadores do peixe-agulha, a metade da turma poderá ser os pepinos-do-mar e a outra metade serão os peixes-agulha. Quando perseguidos pelos seus predadores, os peixes-agulha poderão pegar na mão de um colega pepino-do-mar para não ser predado e eliminado do jogo, nesse caso quando se forma uma dupla com um pepino-do-mar e um peixe-agulha o predador deverá procurar outro colega para pegar.

11 Autoavaliação:  Avaliar a participação de todos perguntando, dentre outras coisas: Como se sentiram nos diferentes papéis? O que aprendemos com esta atividade?

12 Refletindo: o inquilinismo é um tipo de relação ecológica entre organismos de diferentes espécies. Sendo definido como uma associação interespecifica harmônica, na qual apenas uma espécie é beneficiada sem, entretanto, existir prejuízo para a outra espécie associada. O inquilino obtém abrigo,proteção ou ainda suporte no corpo da espécie hospedeira. Um exemplo clássico é o caso da interação existente entre orquídeas ou bromélias e as árvores em cujo tronco se instalam. Estas plantas são classificadas como epífitas (epi = em cima), esse tipo de inquilinismo é denominado epifitismo. Um outro exemplo de inquilinismo é a interação existente entre o peixe-agulha os pepinos-do-mar. Esse pequeno peixe, quando perseguido por algum inimigo natural, procura um pepino-do-mar e penetra em seu ânus, abrigando-se no tubo digestivo desse equinodermo.

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Pique simbiose

1 Objetivo: trabalhar as relações harmônicas entre os seres vivos.
1.1 Objetivo cognitivo: estudar as relações harmônicas do tipo simbiose entre os seres vivos.
1.2 Objetivo afetivo: etender a importância da simbiose para a sobrevivência de algumas espécies.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e resistência física.

2 Eixo temático: vida e ambiente.

3 Conteúdo: associação harmônica: simbiose.


4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Tempo: em torno de 25 minutos.

8 Material: sem uso de material específico.

9 Formação: livres no pátio.

10 Procedimento: um aluno será o pegador. Livre pelo pátio ou quadra, este aluno deverá pegar outro aluno que por sua vez, deverá dar a mão para este. Cada vez que um aluno for pego, deverá dar a mão para os demais, formando uma grande corrente e, para isso, não poderão soltar as mãos.

11 Autoavaliação:  Avaliar a participação de todos perguntando, dentre outras coisas: Como se sentiram nos diferentes papéis? O que aprendemos com esta atividade?



12 Refletindo: após a brincadeira pode-se conversar com os alunos explicando o que é a simbiose, ou seja, quando as espécies somente sobrevivem quando associadas, onde ambos levam vantagem na associação. Esta associação em geral é permanente e com dependência orgânica. Podemos encontrar associações entre vegetais: líquens (entre algas com fungos) os fungos protegem as algas evitando o seu dessecamento (mantém a umidade), enquanto que as algas, produtoras, autotróficas, fornecem aos fungos alimentos, matéria orgânica produzida durante a fotossíntese.

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Pique parasitismo

1 Objetivo: trabalhar as relações desarmônicas entre os seres vivos.
1.1 Objetivo cognitivo: estudar as relações desarmônicas do tipo parasitismo entre os seres vivos.
1.2 Objetivo afetivo: etender a importância do parasitismo para a sobrevivência de algumas espécies.
1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e resistência física.

2 Eixo temático: vida e ambiente.

3 Conteúdo: associação desarmônica: parasitismo.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.

6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.

7 Tempo: em torno de 25 minutos.

8 Material: sem uso de material específico.

9 Formação: livres no pátio.

10 Procedimento: quatro alunos livres e o restante da turma em duplas, de mãos dadas. Os alunos livre serão os parasitas atrás de um hospedeiro. Os parasitas correrão atrás das duplas para pega um da dupla, aquele que não foi tocado pelo parasita deverá soltar a mão do seu colega e procurar um novo hospedeiro e assim por diante.

11 Autoavaliação: avaliar a participação de todos perguntando, dentre outras coisas: Como se sentiram nos diferentes papéis? O que aprendemos com esta atividade?
 
12 Refletindo: após o jogo reune-se os alunos para abordar as relações desarmônicas, nas quais uma espécie, necessariamente é sempre prejudicada pela ação de outra, entre elas o parasitismo, que é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, onde uma espécie beneficia-se prejudicando outra. no parasitismo a espécie beneficiada é chamada parasita, enquanto a prejudicada chama-se hospedeiro. Os parasitas podem viver sobre (ectoparasitas) ou dentro (endoparasitas) do corpo do hospedeiro.

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Pique comensalismo

1 Objetivo geral: trabalhar as relações harmônicas entre os seres vivos.
1.1 Objetivo cognitivo: estudar as relações harmônicas do tipo comensalismo entre os seres vivos.

1.2 Objetivo afetivo: etender a importância do comensalismo para a sobrevivência de algumas espécies.

1.3 Objetivo motor: desenvolver a velocidade e resistência física.



2 Eixo temático: vida e ambiente.


3 Conteúdo: associação harmônica: comensalismo.

4 Série: 3º ciclo do Ensino Fundamental (6º e 7º anos).

5 Público alvo: crianças e pré-adolescentes.


6 Número de participantes: de 20 a 35 alunos.


7 Tempo: em torno de 25 minutos.

8 Material: sem uso de material específico.



9 Formação: formar algumas duplas de alunos, pode ser 4 ou 5, estes devem estar de mãos dadas. O restante de aluno fica livre no pátio ou quadra.

10 Procedimento: os alunos que estão em duplas de mãos dadas serão o tubarão e a rêmora e os alunos livres serão as presas do tubarão (neste caso uma relação de predatismo). Cada vez que uma presa for pega esta deverá sair do jogo. A brincadeira continua até todos serem predados, ou seja pegos pelas duplas.

11 Autoavaliação: avaliar a participação de todos perguntando, dentre outras coisas: Como se sentiram nos diferentes papéis? O que aprendemos com esta atividade?


12 Refletindo: o comensalismo é um tipo de relação ecológica entre duas espécies que vivem juntas, o termo comensal significa algo como "convidado a mesa", assim o termo comensalismo foi utilizado para designar relações alimentares em que uma espécie se beneficia dos restos da outra sem prejudicar a mesma. Um exemplo é a relação da rêmora (ou peixe piolho) com o tubarão. O pequeno peixe se fixa no tubarão através das suas ventosas obtendo um bom meio de transporte e, possivelmente, se alimentando dos restos alimentares do tubarão. É uma relação positiva para um indíviduo e neutra para outro.

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