quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ecologia Interior - Petbol - Mini-horta PET

3º dia do mini-curso da Ecorrecreação

“Quando você circunda a Terra em uma hora e meia, começa a conhecer que sua identidade mistura-se a tudo. Isso provoca uma mudança. Você olha para baixo e não conhece imaginar quantos limites e fronteiras você cruza... Centenas de pessoas matando-se umas às outras por causa de algumas linhas imaginárias que você não conhece e nem vê. De onde você está, o planeta é um todo, e tão belo que você gostaria de tomar cada indivíduo pela mão e dizer: Olhe para ele desta perspectiva; olhe para o que é importante.”
Rutsy Scheickart / vôo Apolo 9


Mais além do simples ouvir
Quando nos esforçamos em distinguir o canto dos pássaros, ficamos admirados. Compreendemos que até esse momento estávamos limitados a ouvir e não a escutar.
Cada canto de cada passarinho é especial: o tom terno e melancólico da rolinha é diferente do musical de um bem-te-vi ou de um sabiá, e o canto agudo das gralhas é diferente do clássico e harmonioso do canário ou do buliçoso e brincalhão de um periquito.
O mesmo acontece com o vento. O canto do vento é diferente se ele tiver como instrumento de ressonância uma mata ou uma plantação de cana. Como é bom diferenciar a sinfonia que nos oferece um bosque de pinheiros ou de eucalipto ou um bambuzal.

Petbol

Confecção das Rapet (raquete de PET).

Mini-horta PET

   A atividade tem como objetivo conscientizar sobre a problemática das garrafas PET, e fazer com que os educandos adquiram interesse pelo cuidado da natureza, através do plantio e cultivo de pequenos vegetais em mini-hortas suspensas em garrafas PET.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ecobrinquedos - Caça Ecológica

2º dia do mini-curso da Ecorrecreação

Resta um.



LegoPET.



Bolixo.



Jogo da Argola.

Caça Ecológica na Unisinos











Rede do Lixo

1 Objetivo geral: estudar a coleta e as formas de tratamento do lixo.
1.1 Objetivo cognitivo: reforçar a importância da separação do lixo para a reciclagem.
1.2 Objetivo afetivo: possibilitar a cooperação.
1.3 Objetivo motor:  desenvolver as valências físicas da velocidade e agilidade.

2 Eixo temático: recursos tecnológicos.


3 Conteúdo: coleta e tratamento de lixo.


4 Série: 2º ciclo do Ensino Fundamental (4º e 5º anos).


5 Público alvo: crianças.

6 Número de participantes: de 15 a 35 pessoas.


7 Material: crachás confeccionados com figuras de alimentos e de embalagens de plástico, papel, vidro e metal.


8 Tempo: estipulado conforme o número de alunos.

9 Formação: cinco alunos pegadores dispostos na linha central da quadra, cada um com uma blusa da cor de acordo com o lixo que devem pegar, e os outros alunos ao fundo da quadra, portando crachás com figuras que representem o seu respectivo lixo.


10 Procedimento: ao sinal do professor, os alunos que estão ao fundo da quadra, partem em direção ao outro lado da quadra, evitando ser tocado pelo seu coletor de lixo (ver imagem). Quem é pego, é conduzido até o seu correto coletor de lixo, que está colocado ao lado da quadra, devendo permanecer lá até o término do jogo (ver imagem). Após novo sinal do professor, aqueles que ainda não foram pegos voltam para a posição inicial e assim por diante.


11 Autoavaliação: ao final da atividade reúnem-se todos e retoma-se o tema através de perguntas e respostas verificando as dificuldades, os acertos e os erros.

12 Refletindo: após a brincadeira, reúne-se os alunos para discutir o assunto, sobre o qual pode-se chegar à conclusão de que a produção de lixo vem aumentando assustadoramente. E que o lixo é o maior causador da degradação do meio, sendo recolhido pelos caminhões e levado até as centrais de reciclagem, onde é separado e classificado para o reaproveitamento. Também pode-se informar que muitas famílias sobrevivem da venda deste material. A separação do lixo, orgânico (molhado) do inorgânico (seco), é importantíssima para o processo da reciclagem, uma vez que, quando misturado, dificulta o processo de "garimpagem" dos catadores de lixo. Nosso papel neste processo é muito simples: separar o lixo que produzimos.

13 Imagem:
Alunos aguardando o sinal do professor para iniciarem o jogo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ecoexperimentos

1º Dia de curso


Apresentação da proposta metodológica lúdica da Ecorrecreação.


Ecoexperiências na Tenda da Vida.


Apresentação das Ecoexperiências.


domingo, 1 de novembro de 2009

TC da Licenciatura em Biologia

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
NOS DIZERES E FAZERES DOS PROFESSORES DE CIÊNCIAS NATURAIS
QUE ATUAM NO TERCEIRO CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Trabalho de Conclusão apresentado à Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS como requisito parcial para obtenção do título de licenciatura em Ciências Biológicas.

Orientador: Jackson Müller

São Leopoldo, 2007
 
           A elaboração deste trabalho de conclusão cumpre uma das exigências acadêmicas do curso de Ciências Biológicas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS, para conclusão do curso. O tema aborda o lúdico nos dizeres e fazeres dos professores de Ciências Naturais do terceiro ciclo do Ensino Fundamental, como forma de desenvolver e perceber o sentimento da capacidade de transformação, participação, motivação, alegria e de criticidade nas pessoas envolvidas.
         O tema da ludicidade foi escolhido por crer que se trata de uma exigência de nossa época e de nossa sociedade. Do ponto de vista da pessoa humana, o ato lúdico representa um esforço único em busca do desconhecido através da participação prazerosa e alegre. A extensão do ato da ludicidade se traduz na aquisição de conhecimentos através de atividades potencialmente desafiantes e interessantes de um ser social que, ao sentir-se capaz de participar e de descobrir por si, sente-se capaz de transformar, de mudar, de melhorar.
          O grande objetivo deste trabalho, ao abordar o lúdico, é em primeiro lugar tentar compreender e superar os condicionamentos tradicionais presentes nas práticas pedagógicas, em segundo lugar, vencer as tensões resultantes da expectativa presente na prática lúdica e, com isto proporcionar uma contribuição simples, mas útil, para os educadores. Enquanto graduando da Biologia, apoiado numa concepção pedagógica participativa e crítico social de conteúdo e, portanto, comprometido com a nossa realidade social e cultural, me propus, neste trabalho, revisar criticamente as metodologias pedagógicas tradicionais presentes atualmente, no ensino de Ciências Naturais.
          Mudar o ensino, as formas e os procedimentos metodológicos da aprendizagem, constitui o eixo desta proposta, cuja finalidade é a de proporcionar uma intervenção participativa, autônoma e crítica do aluno, numa dimensão realística social, de modo a modificá-la, tornando-a distinta no seu modo de aprender e ensinar. Proposta que caminha em oposição às aulas no ensino de Ciências Naturais – proposta tradicional -, já que em sua maioria, orientam-se nos mesmos princípios e procedimentos do sistema de ensino escolar, ou seja, reproduzem um sistema de opressão.
            A essência do ato lúdico está justamente aí, no confronto do educando e do educador com as práticas pedagógicas da Ciências Naturais tradicional, para que ela ultrapasse a função limitada na qual se encontra, onde ocorre um ensino expositivo e decorativo, para uma função ilimitada. Repensá-la e replanejá-la, na perspectiva de uma nova possibilidade, implica em incluir as idéias de todos onde a divergência é admitida, o respeito à opinião dos outros e à liberdade com responsabilidade, passam a ser práticas essenciais nesta mudança.
            A pesquisa relatada é resultado de um trabalho especialmente planejado, executado e avaliado entre os meses de julho a setembro, e foi objeto deste trabalho de conclusão. O tema “O lúdico nos dizeres e fazeres dos professores de Ciências Naturais, do terceiro ciclo do ensino fundamental” não é aqui considerado um tema neutro, descomprometido, pelo contrário, existe uma intenção subjetiva que diz respeito a um comprometimento com melhores condições de vida para todos, ou seja, com as transformações sociais. Compromisso com a vontade de podermos decidir nossos destinos, tanto em nível individual quanto em nível coletivo.
           A composição deste trabalho de conclusão tem quatro partes. Na primeira, buscamos a reconstrução de um marco teórico sobre educação, escola, ensino, bem como currículo. Objetivou reconstruir uma compreensão do meio escolar, quanto aos métodos, procedimentos e concepções críticas presente na atualidade, obtendo, desta forma, subsídios teóricos para sustentar o trabalho. Na segunda parte, abordamos o lúdico como procedimento metodológico no ensino, que objetivou analisar desde a sua definição, história e importância. Na terceira parte deste trabalho definimos a metodologia, procedimentos e resultados da pesquisa realizada com os professores de Ciências Naturais do terceiro ciclo do Ensino Fundamental de escolas privadas e públicas municipais e estaduais de Novo Hamburgo. Na quarta parte, apresentamos o Projeto Ecorecreação: com a natureza se aprende brincando, desenvolvida na EMEF Pres. Tancredo Neves, como uma possibilidade de mudança no ensino de ciências naturais. Por fim, como fechamento do trabalho de conclusão, apresentamos as considerações finais.

Artigo publicado no NH na Escola 2008


LUCCHINI, Marlon Luis. Joga fora no lixo. NH na Escola. Jornal NH. n. 11, p. 4, ago, 2008.

Artigo da Ecorrecreação publicado na Revista do Professor

LUCCHINI, Marlon Luis. Ecorrecreação para saber preservar o meio ambiente. Revista do Professor. n. 94, p. 41-47, abr/jun, 2008.



DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Município: Novo Hamburgo
Unidade Federada: Rio Grande do Sul
Período de realização: Março a Dezembro de 2007
População alvo: Alunos do 1º ao 5º ano do turno da manhã
Escola atingida: Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Tancredo Neves
Executor e relator do projeto:
• Marlon Luis Lucchini
Graduado em Educação Física e Biologia - UNISINOS
Especialização em Psicomotricidade Relacional - UNILASALLE
Mestrando em Educação - UNILASALLE
Docente da EMEF Pres. Tancredo Neves e da
Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha
E-mail: marlonlucchini@yahoo.com.br

JUSTIFICATIVA
Há muito tempo, instituiu-se que a escola seria fechada, silenciosa e dividida, assim como é hoje, em disciplinas e matérias. Os alunos ficariam trancados em salas de aula, confinados em reduzidos espaços, sentados durante horas e horas. Os contatos com outros alunos seriam mínimos, só se poderia falar com autorização dos professores, quando houvesse oportunidade. Os jogos e as brincadeiras seriam os grandes inimigos da disciplina e deveriam ser banidos das instituições escolares.
Hoje, continua-se dando ênfase ao aspecto informativo e à aula expositiva. Basicamente, está se fazendo com que o aluno adquira conhecimento através da transmissão verbal ou escrita. Forma-se assim, um verdadeiro ciclo em que o professor explica aos alunos como são as coisas e o aluno registra tudo no caderno. O conhecimento é aceito passivamente. Em época de provas, o conteúdo é estudado, ou seja, decorado e durante a verificação, o conhecimento pretendido é posto à prova.
A escola é um mundo de silêncio e imobilidade, onde os papéis de cada um estão previamente determinados. O aluno cala, escuta, obedece e é julgado, enquanto que o professor sabe, ordena, decide, julga, anota e pune. É comum que o professor seja considerado um bom profissional quando seus alunos se mantêm quietos e comportados durante as aulas. As classes barulhentas são normalmente tidas como sendo conduzidas por professores permissivos e sem autoridade.
Aprender significa repetir o certo, contudo, aprender ciências parece ser repetir palavras difíceis. Até mesmo o significado das palavras parece não ser algo importante. Em geral, os assuntos estudados na escola não têm qualquer utilidade ou relevância para o aluno. As palavras ou símbolos usados pelos professores não têm o correspondente simbolizado para o aluno em sua experiência concreta.
O objetivo principal do professor deve ser o de despertar o interesse dos alunos, de modo a conseguir sua atenção. O incentivo à aprendizagem é o conjunto de estímulos que desperta nos alunos sua motivação, de forma que suas necessidades, interesses e desejos sejam canalizados para as tarefas referentes ao estudo.
Se faz mister proporcionar ao aluno independência, valorizando a iniciativa, a responsabilidade e o uso da experiência pessoal, para que se tornem fatores motivacionais na construção do auto conhecimento; deve-se proporcionar a possibilidade de criticar, questionar, argumentar e discutir suas experiências à luz de teorias.
Não se pode esquecer que a aquisição do conhecimento pode e deve envolver o aspecto lúdico do mesmo: o brincar de descobrir e de saber. A aquisição do conhecimento pode e deve ser acompanhada também do prazer de descobrir, dessa forma, aprender não tem que ser uma coisa chata.
O ensino deveria procurar conservar o espírito lúdico das crianças, o que pode ser conseguido através da proposição de atividades desafiadoras e inteligentes. As experiências devem ser de tal espécie que promovam uma participação alegre e curiosa das crianças, possibilitando assim o prazer de fazer descobertas pelo próprio esforço. Dessa maneira, o ensino de ciências estará integrando mundo, pensamento e linguagem, possibilitando às crianças uma leitura de mundo mais ampla e consciente.

OBJETIVOS
Para o desenvolvimento deste projeto, foram definidos os seguintes objetivos:
Gerais
Estimular o interesse e a motivação dos alunos pelos assuntos e temas desenvolvidos nas aulas de ciências, através do prazer e da alegria proporcionado pelos jogos e atividades lúdicas, numa análise crítica da sua realidade no contexto sócio-ambiental local.
Específicos
Cognitivo:
Adquirir conhecimentos específicos para uma melhor análise e compreensão da natureza, refletindo criticamente situações e posicionamentos, a fim de garantir um meio ambiente saudável.
Afetivo:
Reconhecer a importância dos assuntos desenvolvidos nas aulas de ciencias, valorizando o conhecimento adquirido para a preservação e proteção do meio ambiente, como também, participar ativamente de movimentos em prol da causa ambiental.
Psicomotor:
Explorar o corpo e os espaços interagindo no seu meio, desenvolvendo habilidades e coordenações motoras, como também, a manipulação de objetos, incorporando atitudes e hábitos ecologicamente corretos e saudáveis.

METODOLOGIA
Recorrendo a minha própria experiência e a depoimentos de professores, constato que, de maneira unânime, considera-se o jogo e as atividades lúdicas uma estratégia pedagógica importante e indispensável. No entanto, quando procuram justificar seus benefícios, não apresentam argumentos cientificamente consistentes e coerentes.
Cabe ressaltar também, que neste projeto foram trabalhadas as áreas de conhecimento das ciências naturais e educação física, no planejamento do projeto, nos temas e assuntos escolhidos para desenvolver as atividades, na aplicação, condução e avaliação.
Através destas reflexões, desenvolvi um ritual de ensino e aprendizagem de jogos e atividades lúdicas que seguem três etapas: em um primeiro momento, reúno os alunos em uma roda, para conversar sobre o tema, verificar os seus conhecimentos e experiências, comentar sobre os assuntos que serão abordados e explicar, teoricamente, como serão desenvolvidas as atividades ecorecreativas.
Em um segundo momento, aplico as atividades ecorecreativas, no pátio da escola, em uma área livre ou em uma quadra desportiva, organiza-se os alunos, explicando a atividade. Enquanto ocorrem as atividades, o professor observa e incentiva a participação de todos, interferindo, quando surgir um conflito ou para orientar o bom desenvolvimento da mesma.
Por fim, o grupo deve novamente se reunir em uma roda, para verbalizar o que fizeram durante as atividades ecorecreativas, ou seja, fazer um resumo oral, comparando a prática lúdica à teoria existente referentes aos temas e assuntos trabalhados, como também, aplicação dos instrumentos avaliativos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente estudo não teve a pretensão, em momento algum, de propor uma nova fórmula pedagógica no ensino da ciência natural e da educação física. Todavia, procurou auxiliar a reflexão crítica atual destas áreas de conhecimento, tão importantes e necessárias para o desenvolvimento criativo-crítico-social, já que se percebe a necessidade de uma transformação e formação humana em busca de uma sociedade ecologicamente mais justa e livre.
Sintetizo que, este trabalho, teve por objetivo analisar a utilização da ecorecreação, operacionalizada neste projeto, com o uso diversificado de materiais e locais para a realização das atividades recreativas. A finalidade do trabalho consistiu em propor um modelo de atividades para as aulas de ciências naturais e educação física que objetivasse o desenvolvimento deste processo.
Com base nos resultados obtidos durante o desenvolvimento do projeto, através das avaliações e observações, conclui-se que os alunos conseguiram participar das atividades ecorecreativas. Isto evidenciou-se através do comportamento dos participantes na percepção e delimitação de um problema ecológico relacionado ao tema desenvolvido nas aulas, na experimentação e na avaliação de idéias.
Também se pode concluir, a partir da análise das aulas experimentais, que atividades ecorecreativas facilitaram a emergência de comportamentos de elevado nível de integração, evidenciados no entusiasmo, na alegria, na satisfação e na cooperação demonstradas pelos participantes.
Com os jogos ecorecreativos o professor tem total autonomia para modificar e reinventar novas formas de brincar e abordar os temas pretendidos, através de pequenas variações. Assim estaremos respeitando as diversidades regionais, culturais e políticas existentes no país. Com isso, criam-se condições que permitam aos alunos terem acesso ao conjunto de conhecimento relevante a sua realidade e necessário ao exercício da cidadania.
O grande desafio a ser enfrentado e vencido, daqui para frente, é contra uma longa tradição, onde a ciências naturais são consideradas como elemento transmissor de informações científicas e a educação física elemento disciplinador no contexto geral. Os resultados observados neste trabalho animam rever estes princípios, e rompê-los é tarefa tanto de professores quanto de alunos. O modelo proposto neste estudo é uma possibilidade de se agir com criticidade, responsabilidade e autonomia. A principal responsabilidade percebida é educar-se e aprender, com as crianças, a conhecer e transformar a nossa realidade.

REFERÊNCIAS
CORNELL, Joseph. Brincar e aprender com a natureza. São Paulo: Editora Senac, 1996.
__________ Vivências com a natureza. São Paulo: Melhoramentos/Senac, 1996.
DOHME, Vania; DOHME Walter. Ensinando a criança a amar a natureza. São Paulo: Editora Informal, 2002.
FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro. Teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1994.
HERMANN, Mariane L. et all. Orientando a criança para amar a Terra. São Paulo: Editora Augustus, 1992.
KISHIMOTO, Morchida Tizuko. (org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1996.
MULLER, Jackson. Educação Ambiental: diretrizes para a prática pedagógica. Edições FAMERS. Nova Prova, POA, 1998.
NEGRINE, Airton. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Simbolismo e jogo. V. 1. Porto Alegre: Prodil, 1994.