domingo, 22 de novembro de 2009

Apresentação animal

1 Objetivo geral: executar uma apresentação alegre e movimentada imitando e reconhecendo a importância do movimento para os seres vivos.
1.1 Objetivo cognitivo:

1.2 Objetivo afetivo:
1.3 Objetivo motor:


2 Eixo temático:


3 Conteúdo:

4 Série:


5 Público alvo: crianças, pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Número de participantes: de 15 a 30 pessoas.


7 Material: sem material específico.

8 Tempo: estipulado conforme o número de alunos.

9 Formação: todos em pé em um grande círculo.

10 Procedimento: estando todos em um círculo, solicitar para que um integrante de cada vez faça um gesto e fale o seu nome direcionando-se ao centro do círculo, voltando para a posição inicial, para que após todos repitam o mesmo gesto, movimento e o seu nome, e assim por diante.

11 Autoavaliação: ao final da dinâmica formar uma grande roda e avaliar os sentimentos e descobertas do grupo, solicitando que livremente verbalizem a experiência.

12 Refletindo: após a dinâmica pode-se comentar o quanto o movimento é uma característica importante nos animais. Os seres vivos possuem capacidade de movimentação. Quando se refere à capacidade de movimentação, está se falando de uma ação voluntária, que um ser vivo faz por si próprio. Os animais se movimentam rápida e ativamente, nadando, correndo ou voando sendo, portanto, mais facilmente identificável. Movimentando-se os animais realizam, com mais facilidade, algumas tarefas básicas, como buscar alimentos, se defender e atacar. Nas plantas a constatação dos movimentos requer uma observação mais cuidadosa pois ocorre mais lentamente. Por exemplo, se girarmos o vaso de uma planta que fica perto da janela, suas folhas se moverão lentamente até ficarem voltadas em direção à fonte de luz. Essa movimentação, no entanto, demorará vários dias.

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Teia da vida

1 Objetivo geral: integrar e conscientizar os alunos quanto aos hábitos saudáveis para uma melhor qualidade de vida.
1.1 Objetivo cognitivo:

1.2 Objetivo afetivo:
1.3 Objetivo motor:

2 Eixo temático:


3 Conteúdo:

4 Série:

5 Público alvo: crianças, pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Número de participantes: de 15 a 30 participantes.
7 Material: um rolo de lã.

8 Tempo: conforme o número de alunos.
9 Formação: os participantes deverão estar em pé e em círculo.

10 Procedimento: é uma atividade em que consiste em falar hábitos saudáveis que devemos ter no nosso dia-a-dia, utilizando um rolo de barbante, que se vai lançando entre os participantes do círculo; antes de lançar a um colega, deve-se dizer o hábito saudável para passar o novelo de lã; quem receber o rolo deverá dizer um outro hábito saudável; quando chegar a vez do último participante, estará formado uma verdadeira teia da qualidade de vida; pedir para que os participantes façam o caminho inverso, lançando o rolo para a pessoa que lhe lançou, por exemplo:
- praticar atividades físicas regularmente;
- uso moderado de álcool;
- ter um sono adequado;
- controlar o seu peso;
- manter refeições regulares;
- abstinência de cigarros;
- sexo seguro com uso de camisinha;
- evitar alimentação rica em gorduras;
- evitar as drogas;
- evitar o estresse elevado;
- ingerir fibras;
- beber água constantemente;
- alongar-se sempre antes dos exercícios;
- evitar exposições ao sol entre às 10hs e 15hs;
- ter um equilíbrio entre trabalho e lazer.

11 Autoavaliação: ao término desta atividade faz-se algumas indagações sobre os resultados obtidos com a técnica:
- O que lhe surpreendeu nas respostas dos colegas?
- Quais os aspectos positivos que você destacaria desta técnica?
- O que foi mais curioso ou surpreendente para você?

12 Refletindo: após a dinâmica trata-se com os alunos sobre a temática da qualidade de vida, já que este é um conceito ligado ao desenvolvimento humano. Não significa apenas que o indivíduo ou o grupo social tenham saúde física e mental, mas que esteja(m) bem com eles mesmos, com a vida, com as pessoas que os cercam, enfim, ter qualidade de vida é estar em equilíbrio. E esse equilíbrio diz respeito ao controle sobre aquilo que acontece a sua volta, como por exemplo, sobre os relacionamentos sociais. Mas se o indivíduo não tem ou não consegue ter esse controle, poderá controlar a maneira com que reage a esses acontecimentos, essas ações. Também para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, que tragam boas conseqüências, como usar o humor pra lidar com situações de stress, definir objetivos de vida e, o principal, sentir que tem controle sobre a própria vida.

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Ponto de vista

1 Objetivo geral: valorizar a importância de cada elemento no equilíbrio da natureza, desenvolvendo o sentido do belo, observando a natureza sob diversos pontos de vista.
1.1 Objetivo cognitivo:

1.2 Objetivo afetivo:
1.3 Objetivo motor:

2 Eixo temático:

3 Conteúdo:

4 Série:

5 Público alvo: crianças, pré-adolescentes e adolescentes.

6 Número de participantes: sem número específico.



7 Material: uma folha A4 dividida por linhas em 6 partes.

8 Tempo: em média de 30 minutos.

9 Formação: sem formação específica.

10 Procedimento: distribuir uma folha de papel para cada participante e dividi-la em seis partes, onde cada um desenhará como seria a natureza vista por diferentes pessoas, por exemplo:
1. um cardume de peixes na águas do arroio visto por um pescador;
2. um proprietário de uma empresa que despeja produtos poluidores no arroio;
3. uma família que deseja fazer um piquenique nas margens do arroio;
4. um grupo de crianças que brinca em suas águas limpas;
5. um biólogo que veio localizar uma grande mortandade de peixes no arroio;
6. um grupo de aves que vieram se banhar nas águas do arroio.
Sugestão: montar um painel com os desenhos e expor na escola.

11 Autovaliação: terminada a tarefa da dinâmica, pode-se refletir melhor no grande grupo sobre as sensações que cada um experimentou ao desenhar a natureza sob diferentes pontos de vista.

12 Refletindo: Após o desenvolvimento da dinâmica pode-se fazer um debate sobre a importância do equilíbrio da natureza. No seu ambiente natural as espécie de vida estão em equilíbrio. Se, por exemplo, um animal carnívoro se multiplica rapidamente demais os animais de que ele se alimenta tornam-se escasso. Assim, viver fica mais difícil e o numero desses carnívoros volta ao nível normal. Tal redução pode também ser alcançado por emigração, perda de fertilidade luta, etc. O homem, com freqüência, perturba o equilíbrio ecológico, sobre tudo quando tenta reduzir ou mesmo eliminar certas formas de vida que ele considera praga. Foi assim que a eliminação de uma cobra venenosa das Antilhas fez aumentar a população de ratos dos quais ela se alimentava na Austrália a explosão populacional de coelhos introduzido pelo homem só pode ser contida com o uso de veneno, e com certeza foram mortos muitos outros animais e insetos tirando da natureza seu equilíbrio.

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Retrato falado

1 Objetivo geral: proporcionar a utilização de conceitos biológicos em relação as características individuais dos participantes e integração do grupo.
1.1 Objetivo cognitivo:

1.2 Objetivo afetivo:
1.3 Objetivo motor:


2 Eixo temático:

3 Conteúdo:

4 Série:

5 Público alvo: pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Número de participantes: de 15 à 40 pessoas.
7 Material: folha de ofício e caneta.

8 Tempo: em torno de 30 minutos.

9 Formação:  todos sentados em um grande círculo.

10 Procedimento:  todos devem ter uma caneta e uma folha onde devem colocar o seu nome e numerá-la de 1 a 15; os alunos deverão sentar em um círculo e permanecer sentados; a seguir as folhas devem passar por todos os participantes em sentido horário, para que os mesmos possam responder uma pergunta referente ao dono da folha e assim sucessivamente; a cada pergunta respondida o aluno deverá passar após ao colega do lado esquerdo;  as perguntas serão feitas pelo professor, por exemplo:
1. Se o seu colega fosse um mamífero, que animal com glândula mamaria seria?
2. Se o seu colega fosse uma ave, que vertebrado que pode voar ele poderia ser?
3. Se o seu colega fosse um anfíbio, que vertebrado com duplo tipo de vida: na água e na terra ele poderia ser?
4. Se o seu colega fosse um peixe, que vertebrado adaptado para viver na água ele poderia ser?
5. Se o seu colega fosse um réptil, que vertebrado adaptado a terra firme ele poderia ser?
6. Se o seu colega fosse um artrópode, que inseto ele poderia ser?
7. Se o seu colega fosse um artrópode, que aracnídeo ele poderia ser?
8. Se o seu colega fosse um angiosperma, que fruto ele poderia ser?
9. Se o seu colega fosse um angiosperma, que flor ele poderia ser?
10. Se o seu colega fosse um equinodermo, que animal marinho ele poderia ser?
11. Se o seu colega fosse um molusco, que animal de corpo mole ele seria?
12. Se o seu colega fosse platelminto, nematelminto ou anelídeo, que verme ele seria?
13. Se o seu colega fosse um porífero ou celenterado, que animal primitivo ele seria?
14. Se o seu colega fosse um protista, que protozoário ou alga ele seria?
15. Se o seu colega fosse um monera, que bactéria ou cianofícea ele seria?

11 Autoavaliação: saber a opinião do grupo a respeito da boa convivência com o meio ambiente. E mostrar que fizemos parte de uma sociedade e de um ambiente independentes dos problemas ou qualidades dele. O que podemos concluir pensando em mim e no conjunto em prol de uma sociedade ecologicamente correta?

12 Refletindo: há mais de 10 milhões de espécies de seres vivos na Terra, e dessas, mais de 2 milhões são de animais. Desde muito tempo, os cientistas vêm tentando uma forma de classificação que seja universal, ou seja, que possa ser usada para qualquer animal, por pesquisadores do mundo todo. As primeiras tentativas de classificação datam de Aristóteles, e remontam a 3 séculos antes de Cristo. Ele dividia os animais em animais de sangue vermelho e animais sem sangue vermelho. No século XVII, o cientista britânico John Ray empregou pela primeira vez o conceito de espécie, que será discutido a seguir. A partir do século XVIII, passaram-se a empregar critérios associados ao desenvolvimento embriológico e à história evolutiva dos animais. Esses critérios permitiram estabelecer um "parentesco" entre as várias espécies. Essa visão evolutiva e embriológica dos animais é conhecida como filogenia. Lineu (1707 - 1778) foi o primeiro cientista a propor um sistema único de classificação. Em sua primeira classificação, ele agrupou todos os animais da seguinte maneira: mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, insetos e vermes (todos os demais invertebrados). Lineu dividiu cada um desses grupos em espécies, e estabeleceu algumas regras de nomenclatura que até hoje são empregadas. A grande vantagem de um bom sistema de classificação e de nomenclatura é a sua universalidade. Ao se falar Homo sapiens, estamos nos referindo a uma mesma espécie ( a espécie humana) em qualquer local do mundo.

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Jogo dos autógrafos

1 Objetivo geral: possibilitar o conhecimento das vivências dos colegas no meio ambiente natural para a preservação e sensibilização ecológica.
1.1 Objetivo cognitivo:
1.2 Objetivo afetivo:
1.3 Objetivo motor:

2 Eixo temático:

3 Conteúdo:

4 Série:

5 Público alvo: pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Número de participantes: ilimitado.

7 Material: ficha com uma lista de situações e canetas.

8 Tempo: 35 minutos dependendo do número de alunos.

9 Formação: sem formação específica livres em uma área pré-determinada para a atividade.


10 Procedimento:  os alunos receberão uma lista de atitudes ecológica, sendo que eles deverão procurar o maior número possível de assinaturas dos colegas que já vivenciaram tais atitude; o colega que já viveu por tal situação assinará o seu nome ao lado do item, por exemplo:
1. Recicla o lixo, não joga na rua ou em terrenos baldios:
2. Tomou banho de chuva:
3. Subiu em uma árvore:
4. Comeu frutas tiradas por si mesmo da árvore:
5. Cortou uma árvore da mata ciliar:
6. Matou um passarinho:
7. Destruiu um ninho de passarinho;
8. Deu comida para peixes de um rio:
9. Passeou numa floresta:
10. Tirou lixo das margens de um rio:
11. Tomou banho nas águas de um rio:
12. Pescou num rio:
13. Plantou uma árvore:
14. Queimou lixo:
15. Jogou lixo na natureza:
16. Queimou mato:
17. Prendeu um passarinho na gaiola:
18. Jogou pilhas ou baterias direto no lixo misturado:
19. Regou plantas:
20. Viu o nascer do sol:

11 Autoavaliação: algumas questões para motivar a verbalização final dos participantes:
- Como se sentiu? O que achou da dinâmica?
- Você concordou com a que os colegas compraram?
- Foi fácil comprar as atitudes ecológicas dos colegas?
- Da tua lista de compras o que lhe mais chamou atenção?

12 Refletindo: após a dinâmica pode-se abordar a questão das nossas pequenas atitudes no dia a dia que podem ajudar a salvar o planeta. Há algum tempo que na mídia ouve-se falar da necessidade de repensarmos nossas atitudes em função da destruição acelerada do Planeta Terra para que possamos, nós, nossos filhos e netos no futuro, sobreviver no mundo onde estamos. Nós podemos adotar atitudes ecológicas. Com certeza, você já tem atitudes menos agressivas ao meio ambiente na sua casa e em seu ambiente, como por exemplo: separar o lixo, evitar utilizar sacolas plásticas para tudo, não lavar calçada com mangueira, não deixar torneiras e chuveiros abertos desnecessariamente, não jogar óleo usado na cozinha diretamente no ralo, evita descartar pilhas e baterias no lixo doméstico etc.

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sábado, 21 de novembro de 2009

Trilha viva

1 Objetivos: sensibilizar sobre a responsabilidade de cada um do cuidado com a natureza.

2 Materiais: elementos da natureza (terra, folhas, água, rochas etc) e elementos manufaturados (embalagens de latas, plásticos, papelão, isopor etc).

3 Tempo: de 10 à 15 minutos por participante

4 Número de participantes: ilimitado.

5 Público alvo: crianças, pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Formação: sem formação específica, um por vez os participantes aguardam a sua vez de fazer a trilha.

7 Procedimento: preparar uma sala de aula num formato de trilha. A primeira parte da trilha e formada por elementos da natureza, e sem o auxílio da visão (se a sala não estiver escura o suficiente, pode-se utilizar vendas). Nesta primeira etapa os participantes serão conduzidos para explorarem através do tato, audição e olfato alguns elementos da natureza (terra, folhas, água, pedras etc). Em um segundo momento, os participantes encontram no percurso da trilha viva muito lixo, diferentes embalagens plásticas, de metal, de isopor etc. Para melhorar a trilha pode-se utilizar sons da natureza na primeira etapa da trilha e ruídos de trânsito, indústrias etc, na segunda etapa. Ao finalizar a trilha a pessoa se depara com um questionamento, escrito em um cartaz: “Quem é responsável por tudo isso?”, e se enxerga em um grande espelho.

8 Autoavaliação: pedir que todos se assentem, formando um círculo, e proceder às reflexões:
- Qual foi o significado desta atividade?
- Quais os objetivos?
- Houve dificuldade em participar desta atividade?
- Quais os aspectos positivos que você destacaria desta trilha?

9 Reflexão: Após a atividade conversamos com os alunos sobre a esgotabilidade dos recursos naturais e da responsabilidade que cada um tem em zelar pelo meio que vive. Cada vez mais a humanidade se dá conta que ela não pode agir sem critérios sobre a natureza, como se esta fosse inesgotável em seus recursos, e como se não tivesse em si mesma a dinâmica da vida, que precisa ser respeitada. Daí o desafio de perceber o que vai a favor, e o que vai contra a vida, em nossas intervenções sobre a natureza.

Trilha cega em dupla

1 Objetivos: aguçar outros sentidos que não seja a visão e despertar o interesse pela natureza.

2 Material: vendas.

3 Tempo: em média 30 minutos.

4 Número de participante: de 10 a 30 pessoas.

5 Público alvo: crianças, pré-adolescentes, adolescentes e adultos.

6 Formação: separar os participantes em duplas e deixá-los livres, distribuídos em uma área pré-determinada.

7 Procedimento: formam-se pares, e cada par decidirá quem será o condutor e quem terá os olhos vendados. O condutor deve levar seu parceiro na trilha, ficando sempre atento a galhos de árvores, pedras e outros obstáculos. O condutor também deve direcionar as mãos do companheiro para objetos interessantes e conduzi-los a uma variedade de sons e odores diferentes. Após um tempo determinado, invertem-se os papéis, para que todos vivenciem a experiência.
 
8 Autoavaliação: ao término desta trilha faz-se algumas indagações sobre a experiência vivida:
- O que lhe surpreendeu na caminhada estando de olhos vendados?
- Quais os aspectos positivos que você destacaria desta vivência?
- O que foi mais curioso ou surpreendente para você durante a trilha?

9 Reflexão: Após a trilha cega em duplas conversamos com os alunos sobre o quanto somos influenciados pelos meios de comunicação, as tendências da moda e o consumismo. Tudo isso dificulta um relacionamento harmonioso com a natureza. As experiências vividas com os nossos sentidos são guardadas na memória, e isso é muito mais importante do que o volume de informações transmitidas verbalmente. Por isso é fundamental vivenciar, usando todos os nossos sentidos, o ambiente físico, seus animais e plantas. Desfrutar o ar puro, da tranqüilidade e da beleza da natureza. Muitas vezes, só conseguimos perceber a natureza por meio de estímulos fortes, como nos casos de catástrofes naturais. Nesta atividade buscamos proporcionar o contato com detalhes sutis, como a delicadeza de uma pétala. Fazendo com que os alunos percebam a grandiosidade da natureza.